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August 18, 2010

Adotando uma Política de Produção Livre de Gaiolas para Produtos de Origem Animal no Brasil

Um relatório da HSI

Humane Society International

A consideração do bem-estar dos animais de produção vem se tornando uma grande preocupação de governantes, produtores e consumidores de todo o mundo. Sistemas de confinamento intensivo como as gaiolas em bateria e as celas de gestação, particularmente, têm sido reconhecidos como causadores de graves prejuízos ao conforto físico e à expressão de comportamentos naturais dos animais. A União Européia e determinados estados dos Estados Unidos já aprovaram regulamentações que eliminam estes sistemas de alojamento no prazo de alguns anos. Inúmeras empresas internacionais de produção e varejo alimentar, incluindo Burger King (América do Norte), Smithfield Foods e McDonald’s (Europa), comprometeram-se a eliminar gradativamente o uso e a venda de ovos ou carne suína produzidos em sistemas intensivos.

Potencial para mudanças no Brasil

Esta tendência está também influenciando o Brasil, onde pesquisas já indicam que 88 por cento dos consumidores acham que o tratamento dos animais de produção precisa melhorar. Por esta razão, tecnologias de alojamento sem gaiolas para granjas comerciais de galinhas poedeiras e porcas reprodutoras estão se revelando uma oportunidade de negócios de grande potencial no Brasil. Embora os produtores se deparem com alguns obstáculos para adotar o novo sistema, a maioria das dificuldades pode ser resolvida com determinadas adaptações nas instalações, nas linhagens animais e nas práticas de manejo. Neste artigo, mostramos que é possível neutralizar estes obstáculos de forma a garantir baixa mortalidade, escala comercial de produção, alto nível de segurança alimentar e custos acessíveis. Os produtores têm, portanto, a possibilidade de tratar os animais de forma mais adequada—atendendo às expectativas dos consumidores—permanecer competitivos e até mesmo conquistar novos mercados.

Leia o relatório completo [PDF]: Adotando uma Política de Produção Livre de Gaiolas para Produtos de Origem Animal no Brasil